quinta-feira, 16 de abril de 2015

GLOSSÁRIO PSICOPEDAGÓGICO

Boa noite leitores!
Hoje a postagem do blog será sobre alguns termos que a Psicopedagogia utiliza. Segue abaixo alguns deles:

  • Dificuldades de aprendizagem: As dificuldades podem advir de fatores orgânicos ou mesmo emocionais e é importante que sejam descobertas a fim de auxiliar o desenvolvimento do processo educativo, percebendo se estão associadas à preguiça, cansaço, sono, tristeza, agitação, desordem, dentre outros, considerados fatores que também desmotivam o aprendizado.
 
  • Distúrbios de aprendizagem: Designam-se crianças que apresentam dificuldades de aquisição de matéria teórica, embora apresentem inteligência normal, e não demonstrem desfavorecimento físico, emocional ou social.
  • Problemas de aprendizagem: A criança com problemas específicos de aprendizagem tem padrões pouco usuais em perceber as coisas no ambiente externo. Seus padrões neurológicos são diferentes das outras crianças da mesma idade. No entanto, têm em comum algum tipo de fracasso na escola ou em sua comunidade.
- Apresenta dificuldade para entender e seguir tarefas e instruções. 
- Apresenta dificuldade para relembrar o que alguém acaba de dizer. 

- Não domina as destrezas básicas de leitura, soletração, escrita e/ou matemática, pelo que fracassa no trabalho escolar. 
- Apresenta dificuldade para distinguir entre a direita e a esquerda, para identificar palavras, etc. Sua tendência é escrever as letras, palavras ou números ao contrário.
- Falta-lhe coordenação ao caminhar, fazer esportes ou completar atividades simples, tais como apontar um lápis ou amarrar o cordão do sapato.
- Apresenta facilidade para perder ou extraviar seu material escolar, como os livros e outros artigos.
- Tem dificuldade para entender o conceito de tempo, confundindo o “ontem”, com o “hoje” e/ou “amanhã”.
- Manifesta irritação ou excitação com facilidade. 
 

  • Agnosia: Etimologicamente, a falta de conhecimento. Impossibilidade de obter informações através dos canais de recepção dos sentidos embora o órgão do sentido não esteja afetado. Ex. a agnosia auditiva é a incapacidade de reconhecer ou interpretar um som mesmo quando é ouvido. No campo médico está associada com uma deficiência neurológica do sistema nervoso.
  • Afasia: Perda da capacidade de usar ou compreender a linguagem oral. Está usualmente associada com o traumatismo ou anormalidade do sistema nervoso central. Utilizam-se várias classificações tais como afasia expressiva e receptiva, congênita e adquirida.
  • Agrafia: Impossibilidade de escrever e reproduzir os seus pensamentos por escrito.
  • Alexia: Perda da capacidade de leitura de letras manuscritas ou impressas.
  • Anamnese: Levantamento dos antecedentes de uma doença ou de um paciente, incluindo seu passado desde o parto, nascimento, primeira infância, bem como seus antecedentes hereditários.
  •  Anomia: Impossibilidade de designar ou lembrar-se de palavras ou nome dos objetos.
  • Anorexia: Perda ou diminuição do apetite.
  • Anoxia: Diminuição da quantidade de oxigênio existente no sangue.
  • Apnéia: Paragem voluntária dos movimentos respiratórios: retenção da respiração.
  • Apraxia: Impossibilidade de resposta motora na realização de movimento com uma finalidade. A pessoa não realiza os movimentos apesar de conhecê-lo e não ter qualquer paralisia.
  • Ataxia: Dificuldade de equilíbrio e de coordenação dos movimentos voluntários.
  • Autismo: Distúrbio emocional da criança caracterizada por incomunicabilidade. A criança fecha-se sobre si mesma e desliga-se do real impedindo de relacionar-se normalmente com as pessoas. Num diagnóstico incorreto pode ser confundido com retardo mental, surdo-mudez, afasia e outras síndromes.
 
Cinestesia: Impressão geral resultante de um conjunto de sensações internas caracterizado essencialmente por bem-estar ou mal-estar.
  • Consciência fonológica: Denomina-se consciência fonológica a habilidade metalinguística de tomada de consciência das características formais da linguagem. Esta habilidade compreende dois níveis:
1. A consciência de que a língua falada pode ser segmentada em unidades distintas, ou seja, a frase pode ser segmentada em palavras; as palavras, em sílabas e as sílabas, em fonemas.
2. A consciência de que essas mesmas unidades repetem-se em diferentes palavras faladas (rima, por exemplo).
  • Coordenação viso-motora:  É a integração entre os movimentos do corpo (globais e específicos) e a visão.
  • Desorientação visoespacial
  • Disartria: Dificuldade na articulação de palavras devido a disfunções cerebrais.
  • Discalculia: Dificuldade para a realização de operações matemáticas usualmente ligadas a uma disfunção neurológica, lesão cerebral, deficiência de estruturação espaço-temporal.
  • Disgrafia: Escrita manual extremamente pobre ou dificuldade de realização dos movimentos motores necessários à escrita. Esta disfunção está muitas vezes ligada a disfunções neurológicas.
  • Dislalia: É a omissão, substituição, distorção ou acréscimo de sons na palavra falada.
  • Dislexia: Dificuldade na aprendizagem da leitura, devido a uma imaturidade nos processos auditivos, visuais e tatilcinestésicos responsáveis pela apropriação da linguagem escrita.
  • Disortografia: Dificuldade na expressão da linguagem escrita, revelada por fraseologia incorretamente construída, normalmente associada a atrasos na compreensão e na expressão da linguagem escrita.
  • Disgnosia: Perturbação cerebral comportando uma má percepção visual.
  • Dismetria - Realização de movimentos de forma inadequada e pouco econômica.
  • Ecolalia: Imitação de palavras ou frases ditas por outra pessoa, sem a compreensão do significado da palavra.
  • Ecopraxia - Repetição de gestos e praxias.
  • Enurese: Emissão involuntária de urina.
  • Esfíncter: Músculo que rodeia um orifício natural. Em psicanálise, na fase anal está ligado ao controle dos esfíncteres.
  • Espaço –temporal: orientar-se no espaço é ver-se e ver as coisas no espaço em relação a si próprio, é dirigir-se, é avaliar os movimentos e adaptá-los no espaço. É a consciência da relação do corpo com o meio.
  • Etiologia: Estudo das causas ou origens de uma condição ou doença.
  • Gagueira ou Tartamudez: distúrbio do fluxo e do ritmo normal da fala que envolve bloqueios, hesitações, prolongamentos e repetições de sons, sílabas, palavras ou frases. É acompanhada rapidamente por tensão muscular, rápido piscar de olhos, irregularidades respiratórias e caretas. Atinge mais homens que mulheres.
  • Gnosia - Conhecimento, noção e função de um objeto. Segundo Pieron toda a percepção é uma gnosia.
  • Grafema - Símbolo da linguagem escrita que representa um código oral da linguagem.
  • Hipercinesia: Movimento e atividade motora constante e excessiva. Também designada por hiperatividade.
  • Hipocinesia: Ausência de uma quantidade normal de movimentos. Quietude extrema.
  • Impulsividade: Comportamento caracterizado pela ação de acordo com o impulso, sem medir as conseqüências da ação. Atuação sem equacionar os dados da situação.
  • Lateralidade: Bem estabelecida - implica conhecimento dos dois lados do corpo e a capacidade de os identificar como direita e esquerda.
 
  • Linguagem interior - O processo de interiorizar e organizar as experiências sem ser necessário o uso de símbolos linguísticos. Ex.: o processo que caracteriza o analfabeto que fala, mas não lê nem escreve.
  • Linguagem tatibitate: É um distúrbio (e também de fonação) em que se conserva voluntariamente a linguagem infantil. Geralmente tem causa emocional e pode resultar em problemas psicológicos para a criança.
  • Memória: Capacidade de reter ou armazenar experiências anteriores. Também designada como "imagem" ou "lembrança".
  • Memória cinestésica: É a capacidade da criança reter os movimentos motores necessários à realização gráfica. À medida que a criança entra em contato com o universo simbólico (leitura e escrita) vão ficando retidos em sua memória os diferentes movimentos necessários para o traçado gráfico das letras.
  • Mudez: É a incapacidade de articular palavras, geralmente decorrente de transtornos do sistema nervoso central, atingindo a formulação e a coordenação das idéias e impedindo a sua transmissão em forma de comunicação verbal. Em boa parte dos casos o mutismo decorre de problemas na audição. Os fatores emocionais e psicológicos também estão presentes em algumas formas de mudez. Na mudez eletiva a criança fica muda com determinadas pessoas ou em determinadas situações e em outras não.
  • Percepção: processo de organização e interpretação dos dados que são obtidos através dos sentidos.
  • Rinolalia: Caracteriza-se por uma ressonância nasal maior ou menor que a do padrão correto da fala. Pode ser causada por problemas nas vias nasais, vegetação adenoide, lábio leporino ou fissura palatina.
  • Ritmo: Habilidade importante, pois dá à criança a noção de duração e sucessão, no que diz respeito à percepção dos sons no tempo. A falta de habilidade rítmica pode causar uma leitura lenta, silabada, com pontuação e entonação inadequadas.
  • Atenção: é um processo cognitivo pelo qual o intelecto focaliza e seleciona estímulos, estabelecendo relação entre eles. A todo instante recebemos estímulos, provenientes das mais diversas fontes, porém só atendemos a alguns deles, pois não seria possível e necessário responder a todos.
  • Transtorno do déficit de atenção e Hiperatividade: O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade é, basicamente, neurológico, caracterizado pela desatenção/falta de concentração, agitação (hiperatividade) e impulsividade. Estas características podem levar o portador a ter dificuldades emocionais, de relacionamento, decorrendo daí baixos níveis de autoestima, além do mau desempenho escolar, face às reais dificuldades no aprendizado.
 
Para mais informações, consulte os links abaixo:
 
http://psicopedagogiaaoalcance.blogspot.com.br/p/dicionario-psicopedagogico.html
http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?pid=S1415-69542010000200007&script=sci_arttext
http://www.brasilescola.com/educacao/dificuldades-aprendizagem.htm
http://br.guiainfantil.com/aprendizagem/101-problemas-de-aprendizagem-das-criancas.html
 

 
 
 

 

quinta-feira, 2 de abril de 2015

HENRI WALLON

Boa noite leitores!!
Hoje faremos uma abordagem sobre o teórico Henri Wallon, falando sobre sua biografia e suas contribuições para o desenvolvimento da criança e sua aprendizagem.

Henri Paul Hyacinthe Wallon nasceu em Paris, França, em 1879. Graduou-se em medicina e psicologia. Fez também filosofia. Aos 50 anos de idade, tornou-se professor na Universidade de Sorbonne e vice-presidente do Grupo Francês de Educação Nova - instituição que ajudou a revolucionar o sistema de ensino daquele país e da qual foi presidente de 1946 até morrer, também em Paris, 1962. Ao longo de toda a sua vida, dedicou-se a conhecer a infância e os caminhos da inteligência na crianças.
Hoje em dia é muito comum ouvir falar que a escola deve proporcionar formação integral (intelectual, afetiva e social) às crianças. No início do século passado, porém, essa ideia foi uma verdadeira revolução no ensino. Uma revolução comandada por um médico, psicólogo e filósofo francês chamado Henri Wallon.
As emoções, para Wallon, têm papel preponderante no desenvolvimento da pessoa. É por meio delas que o aluno exterioriza seus desejos e suas vontades. Em geral são manifestações que expressam um universo importante e perceptível, mas pouco estimulado pelos modelos tradicionais de ensino.
Wallon foi o primeiro a levar não só o corpo da criança mas também suas emoções para dentro da sala de aula. Fundamentou suas ideias em quatro elementos básicos que se comunicam o tempo todo: a afetividade, o movimento, a inteligência e a formação do eu como pessoa. Wallon dizia que "reprovar é sinônimo de expulsar, negar, excluir. Ou seja, "a própria negação do ensino".

Hoje faremos uma rápida abordagem sobre dois elementos básicos de Wallon, a afetividade e o movimento.

AFETIVIDADE

As transformações fisiológicas em uma criança (ou nas palavras de Wallon, em seu sistema neurovegetativo) revelam traços importantes de caráter e personalidade. "A emoção é altamente orgânica, altera a respiração, os batimentos cardíacos e até o tônus muscular, tem momentos de tensão e distensão que ajudam o ser humano a se conhecer", explica Heloysa Dantas, da Faculdade de Educação (USP). Segundo ela a raiva, a alegria, o medo, a tristeza e os sentimentos mais profundos ganham função relevante na relação da criança com o meio.

MOVIMENTO

Segundo a teoria de Wallon, as emoções dependem fundamentalmente da organização dos espaços para se manifestarem. A motricidade, portanto, tem caráter pedagógico tanto pela qualidade do gesto e do movimento quanto por sua representação. Por que, então, que os espaços escolares não podem ser diferentes? Que tipo de material é disponibilizado para os alunos em uma atividade lúdica ou pedagógica? Conforme as ideias de Wallon, a escola insiste em imobilizar a criança numa carteira, limitando a fluidez das emoções e do pensamento, tão necessário para o desenvolvimento completo da pessoa.
Estudos realizados por Wallon, com crianças de 6 e 9 anos mostram que o desenvolvimento da inteligência depende essencialmente de como cada uma das diferenciações com a realidade exterior.



Mais informações no link abaixo:

http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/henri-wallon-307886.shtml# 




quinta-feira, 12 de março de 2015

CÓDIGO DE ÉTICA DO PSICOPEDAGOGO

Boa noite leitores!
Hoje faremos uma rápida abordagem sobre o Código de Ética do Psicopedagogo.

O Código de Ética tem como finalidade estabelecer parâmetros e orientar os profissionais da Psicopedagogia brasileira quanto aos príncipios, normas e valores. Esses apectos estão diretamente ligados à boa conduta profissional, estabelecendo diretrizes para o exercício da Psicopedagogia e para os relacionamentos da ABPp - Associação Brasileira de Psicopedagogia.

O Código de Ética do psicopedagogo possui 10 capítulos, são eles:

Capítulo I - Dos princípios
Capítulo II - Da formação
Capítulo III - Do exercício das atividades psicopedagógicas
Capítulo IV - Das responsabilidades
Capítulo V - Dos instrumentos
Capítulo VI - Das publicações científicas
Capítulo VII - Da publicidade profissional
Capítulo VIII - Dos honorários
Capítulo IX - Da observância e cumprimento do Código de Ética
Capítulo X - Das disposições gerais.

O Código de Ética foi elaborado pelo Conselho Nacional da ABPp (Associação Brasileira de Psicopedagogia).

quinta-feira, 5 de março de 2015



AS CONTRIBUIÇÕES DA PSICOPEDAGOGIA NA AÇÃO PEDAGÓGICA

Boa noite!
Convido vocês leitores para iniciarmos uma maravilhosa jornada de aprendizagem com assuntos relacionados a Psicopedagogia.
A primeira postagem do blog estará abordando os aspectos históricos sobre a Psicopedagogia. São eles: O que é Psicopedagogia? Qual o papel da Psicopedagogia? Quem atua na área? Ou seja, faremos uma jornada histórica sobre a Psicopedagogia.
A Psicopedagogia é conhecida como área do conhecimento e destaca-se por sua multidisciplinariedade, pois faz ligação direta a outras áreas como Psicologia, Pedagogia, Psicanálise, Linguística, Matemática, Fonoaudiologia, Neuropsicologia, Medicina, entre outras.
O psicopedagogo tem um processo de múltipla atuação, entre eles temos o clínico que pode ser terapêutico e o institucional que pode ser preventivo. O psicopedagogo atuará também não somente como mediador de possíveis dificuldades encontradas no cotidiano escolar ou institucional, ele fará também uma acessoria para a equipe pedagógica e para todos aqueles que estiverem envolvidos nesse trabalho, como: escola, família e sociedade. Mas, para que esta iontervenção pedagógica aconteça, é de suma importância considerar os aspectos que definem os interesses da Psicopedagogia enquanto área de estudo. São eles: aspectos orgânicos, cognitivos, emocionais, sociais e pedagógicos.

A PSICOPEDAGOGIA NO BRASIL

Nos últimos anos, pode-se observar uma significativa ampliação do trabalho psicopedagógico no Brasil, como também um aumento considerável de clínicas de atendimento psicopedagógico.
Mas porque isso ocorreu?
Este processo teve início, pois as pessoas acreditavam que os problemas de aprendizagem eram causados por fatores orgânicos.
Ao longo dos anos foi perceptível uma crescente preocupação por parte dos graduados não somente em Psicologia/Pedagogia, mas tambémde outras áreas afins, em busca de uma melhor qualificação profissional.
A partir do início da década de 90, os cursos de especialização em Psicopedagogia, lato sensu multiplicaram-se. É importante mencionar a existência da Associação Brasileira de Psicopedagogia (ABPp).
O que os autores falam a respeito da Psicopedagogia…
Para Gasparian (1997), a Psicopedagogia é o estudo que se ocupa da aprendizagem humana, que adveio de uma demanda da escola. E para atender essa demanda, partiu-se da prática e constituiu-se um corpo teórico.
Sisto et al. (1996), por sua vez, entendem a Psicopedagogia como uma área interessada em investigar a relação da criança com o conhecimento tendo como objetivo a intervenção, a fim de “colocar-se no meio”, de fazer a mediação entre a criança  e seus objetivos de conhecimento.
Para Scoz (1992, apud BOSSA, 1994), a Psicopedagogia no Brasil é a área que estuda e lida com o processo de aprendizagem e suas dificuldades e, numa ação profissional, deve englobar vários campos do conhecimento, integrando-os e sintetizando-os.
Para Bossa (1994), a Psicopedagogia, enquanto produção de conhecimento científico, nasceu da necessidade de uma melhor compreensão do processo de aprendizagem, e por isso não basta se basta como aplicação da Psicologia à Pedagogia.
De acordo com Neves (1992, apud BOSSA, 1994, p.8), “a Psicopedagogia estuda o ato de aprender e ensinar, levando sempre em conta as realidades interna e externa da aprendizagem, tomadas em conjunto”.
Do ponto de vista e Weiss (1992, apud BOSSA, 1994, p.9), “a Psicopedagogia busca a melhoriadas relações com a aprendizagem, assim como a melhor qualidade na construção da própria aprendizagem de alunos e educadores”.
Para Fernández (1991, apud GASPARIAN, 1997), o objeto de estudo da Psicopedagogia é sempre o sujeito “aprendendo” e esta aprendizagem está sempre relacionada com o próprio sujeito, com o sujeito e o objeto, com o sujeito e o meio, portanto, sistemicamente.
Segundo Visca (1991, apud BOSSA, 1994), a Psicopedagogia, que inicialmente foi uma ação subsidiária da Medicina e da Psicologia, perfilou-se aos poucos como um conhecimento independente e complementar, possuída de um objeto de estudo – o processo de aprendizagem – e de recursos diagnósticos, corretores e preventivos próprios.

GABRIEL,  Lais Livia; YAEGASHI, Solange Franci Raimundo. As Contribuições da Psicopedagogia na Ação Pedagógica. In YAEGASHI, Solange Franci Raimundo (Org) A Psicopedagogia e suas interfaces: Reflexões sobre a atuação do psicopedagogo. Curitiba, PR: CRV, 2012. (p. 23 a 36).